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Plataforma de margem consignável e averbação

A folha do seu município protegida contra o desconto indevido

Em milhares de cidades, o salário de quem serve o público ainda é descontado na base da planilha e do ofício. Averba.Link conta — e resolve — a história de cada desconto: da origem à prova.

  • Criptografia por município
  • MFA em todo acesso
  • Auditoria completa
  • Acessível — WCAG AA

O caminho de um desconto

Acompanhe o trajeto — do problema que ninguém vê até a prova que qualquer cidadão confere.

Onde a história começa

O problema nasce longe dos olhos

Na maior parte dos municípios, o consignado vive em planilha, ofício e telefone. O desconto indevido não nasce de má-fé — nasce de um processo em que ninguém consegue conferir nada. Quando o servidor percebe, já desceu no contracheque; quando a prefeitura percebe, já virou devolução, juros e processo.

É essa história que a plataforma interrompe — trocando o processo manual por um fluxo com regra, registro e prova.

Congresso Nacional ao amanhecer, em silhueta contra o céu azul

A virada

A folha inteira entra na plataforma

Sem trocar o que já funciona: o ERP de folha continua o mesmo e envia os dados pela API documentada. E o município que nunca teve sistema ganha um — a própria plataforma cadastra servidores, calcula a folha e gera o arquivo que paga os salários no banco.

  • Tem ERP? Integra.

    Recepção pela API com validação linha a linha — nada vira contracheque antes do fechamento da remessa.

  • Não tem? A folha é daqui.

    Cadastro, salários, benefícios, descontos, previdência e imposto — e o CNAB que credita os líquidos no banco.

Profissional de terno tomando notas numa mesa de trabalho, ao lado de um notebook

O coração do sistema

A margem ganha vida a cada folha

A cada competência, cada servidor recebe a margem recalculada segundo a regra do próprio município — empréstimo, cartão e benefício, cada um no seu limite, com histórico auditável. A consignatária consulta e averba em segundos, sempre dentro do limite: estourar a margem é tecnicamente impossível.

Quem manda no contracheque

O servidor assume o controle

Quem está na folha cria a própria conta — CPF, matrícula e data de nascimento, conferidos contra a folha de pagamento — e passa a acompanhar tudo pelo celular: margem, contratos, autorizações.

  • Autonomia de verdade

    Consulta a margem a qualquer hora, sem fila no RH — e autoriza cada averbação com senha e segundo fator.

  • Freio de emergência

    Pode bloquear a própria margem: nenhuma averbação nova passa enquanto o bloqueio estiver de pé.

Pessoa consultando o celular com o notebook no colo

A hora mais delicada do mês

O dinheiro sai certo — ou não sai

Nove validações bloqueiam arquivo errado antes de sair. Quem gera a remessa não pode aprová-la, e aprovar exige reautenticação no ato. O retorno é conciliado linha a linha: desconto a maior, a menor ou sem averbação vira caso aberto com prazo. E por baixo de tudo, segurança de banco:

Criptografia por município

Dados sensíveis cifrados com AES-256-GCM e chave própria por município: o dado de uma prefeitura é ilegível fora dela.

Dois fatores para todo mundo

Senha nunca é sessão: todo acesso exige o código do aplicativo autenticador, do RH ao administrador da plataforma.

Isolamento no banco de dados

Cada município opera num perímetro imposto pelo próprio banco (row-level security) — não por convenção de código.

Trilha de auditoria completa

Averbação, aprovação, acesso a dado pessoal: toda ação gera evento com autor, hora e contexto.

O fim da história

A prova é pública

O ciclo fecha onde a confiança se constrói: os números de cada município numa página aberta de transparência, e todo documento emitido — declaração, certidão — com endereço público de verificação. Qualquer cidadão confere; qualquer auditor também.

Leve essa história ao seu município

Da margem ao contracheque — com prova de cada passo.